Carlos Vicens olha para o Austria Wien: «Podem penalizar-nos nas transições ofensivas...»
/ Futebol
19-08-2026 14:43
{COACH_LINK|46995|Carlos Vicens}, treinador do {TEAM_LINK|15|SC Braga}, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o {TEAM_LINK|159|Austria Wien}, que se realiza nesta quinta-feira, a partir das 20h00, no Estádio Municipal de Braga. Carlos Vicens em discurso direto Encontro: «Queremos ser e oferecer a melhor versão que podemos, porque a ocasião merece isso. São 180 minutos de futebol e amanhã [quinta-feira] jogamos em casa, onde podemos apresentar uma versão ainda melhor, por exemplo, do que aquela que mostrámos na Bulgária, perante um adversário de bom nível. É uma equipa que sai bem para os ataques rápidos, que ataca com muitos jogadores e que é bastante aguerrida. Pode penalizar-nos nas transições ofensivas, mas também através do ataque posicional, com muita gente a aparecer na área. Vamos precisar de um SC Braga muito bom para conseguir ultrapassar esta eliminatória.» Intoxicação alimentar: «Estamos em contacto direto com o corpo médico, os timings foram variando: houve jogadores que se ressentiram logo na Bulgária, outros foram ficando condicionados progressivamente e, na segunda-feira, surgiram mais alguns casos. Ontem [terça-feira] não tivemos novas situações, o que é tranquilizador, e vamos perceber como estão todos ao longo do dia de hoje [quarta-feira]. Na segunda e na terça-feira, durante os treinos, os jogadores apresentaram-se mais frágeis e com menos energia, algo que acaba por ser natural nestas circunstâncias. Agora, vamos avaliar a condição de todos e espero que as decisões que tomarmos sejam motivadas por questões futebolísticas e não pelo estado físico dos jogadores.» Austria Wien: «Temos de olhar para os diferentes contextos, cada equipa compete numa liga distinta e a realidade aqui é diferente. O Zeleznicar Pancevo estreou-se nas competições europeias, o Minsk apresenta uma boa organização defensiva e agora temos pela frente um adversário com jogadores provenientes dos campeonatos da Alemanha e da Áustria, que olha muito para a frente, privilegia as transições e não tem receio de arriscar, mesmo quando as coisas não correm como pretendido. Acima de tudo, temos de saber adaptar-nos a cada rival e às diferentes culturas futebolísticas que encontramos.»
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