Pouca dinâmica e falta de rasgo individual: SC Braga suou para garantir playoff da Conference League
/ Futebol
14-08-2026 15:15
O SC {TEAM_LINK|15|Braga} empatou a zeros com o {TEAM_LINK|1035|Dinamo Minsk}, conseguindo assim o apuramento para o playoff de qualificação para a {COMPETITION_LINK|5932|Conference League}. Os bracarenses valeram-se de um golo de {PLAYER_LINK|74952|Ricardo Horta} no primeiro jogo, em casa, para carimbar a passagem numa eliminatória que foi mais difícil do que era previsto, muito por culpa própria. O objetivo principal foi conseguido, mas {COACH_LINK|46995|Carlos Vicens} tem motivos para estar preocupado com algumas dinâmicas - ou falta delas - dos arsenalistas. Flashbacks de 2024/25 O início da temporada 2026/27 está a parecer uma fotocópia do princípio de 2025/26. Elevado volume de jogos, equipa com pouca dinâmica e sem objetividade, com dificuldades a chegar em zonas de finalização e, quando lá chega, definir da melhor forma. Tudo isto são traços gerais e normais de um início de temporada, porém, este SC {TEAM_LINK|15|Braga} está muito mais na linha da primeira metade da temporada transata do que na da segunda, o que deve preocupar Carlos Vicens. {IMGMED|DIR|1534453} Diante do Dinamo Minsk, o SC Braga rematou apenas cinco vezes à baliza. Tirando um remate de Ricardo Horta ao poste - no início do segundo tempo -, os arsenalistas pouco ou nada conseguiram criar nos primeiros 75´ minutos da partida. Apesar do Dinamo Minsk estar em competição há mais tempo, os bracarenses tinham a obrigação de dominar a eliminatória, algo que não conseguiram. Uma equipa passiva, a ter bola, mas sem conseguir ferir o adversário. A partir de uma espécie de 3-5-2 (já é sabido que Vicens olha para o jogo a partir de um princípio de funções e não de sistema), o SC Braga foi demasiado previsível, deixando os bielorrussos à vontade para controlarem os ataques contrários. Falta a agressividade... de {PLAYER_LINK|689707|Zalazar} Individualmente, também há muito a melhorar. Os arsenalistas jogaram com quatro reforços no onze inicial: {PLAYER_LINK|685952|Bernardo Fontes}, {PLAYER_LINK|538319|Sergio Barcia}, {PLAYER_LINK|688713|Adrian Bajrami} e {PLAYER_LINK|182351|Diogo Travassos}, todos eles no setor defensivo. Carlos Vicens continua a apostar num ala esquerdo de pé trocado. Já vimos {PLAYER_LINK|886503|Gabri Martínez}, Zalazar e {PLAYER_LINK|609293|Gabriel Silva} fazer a posição e, desta feita, foi a vez de Diogo Travassos. O jovem lateral polivalente tem a tendência para partir sempre para zonas interiores e, assim, castra a variabilidade do jogo do SC Braga. Outro fator importante é a falta de um avançado puro. {PLAYER_LINK|809947|Pau Victor} e Ricardo Horta são excelentes jogadores, mas nenhum deles é ponta de lança. Ricardo Horta deambula de um lado para o outro, consoante a bola, enquanto o espanhol também tem essa tendência para procurar muito a bola perto dos colegas. Assim sendo, muitas vezes faltam homens em zonas de finalização e perdem-se jogadas de perigo. {PROXJOGOS|DIR|15|0|0} Por último, falta imprevisibilidade. A saída de {PLAYER_LINK|689707|Zalazar} - um jogador diferente dos demais em Braga, pelo ritmo que conseguia impor no jogo, pelo ataque à profundidade e agressividade com bola que impunha - não foi colmatada com nenhum jogador desse estilo, tornando o SC Braga uma equipa muito mais previsível. Gabriel Silva é um agitador, mas tem partida da ala esquerda e não tem o que é preciso para jogar mais por dentro do terreno. {PLAYER_LINK|827869|Denis Huseinbasic} e Diego não têm essas características. Cada jogo é um jogo e o SC Braga não deve entrar em alarido por conta deste empate, porém, tem de encontrar mais soluções para conseguir colocar-se na fase de liga da Conference League e ser mais competitiva com os grandes no campeonato.
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