O «acerto» e o impacto Horta/Zalazar: dupla fabrica mais de metade dos golos do SC Braga na Liga
/ Futebol
22-02-2026 14:51
O escaldante Dérbi do {TEAM_LINK|15|Minho} disputado na noite deste sábado sorriu pela primeira vez na temporada ao SC Braga, em grande medida, por culpa de duas das principais figuras dos Gverreiros: {PLAYER_LINK|74952|Ricardo Horta} e {PLAYER_LINK|689707|Rodrigo Zalazar}. Num encontro de parada e resposta, o capitão arsenalista e o internacional uruguaio foram as unidades em maior destaque da turma orientada por {COACH_LINK|46995|Carlos Vicens} e aproveitaram para cimentar o respetivo papel no peso ofensivo da equipa. Em parceria ou a solo, a dupla responsável pelo apoio ao homem mais adiantado do conjunto minhoto fabricou os três golos de mais um duelo escaldante contra os vizinhos de {TEAM_LINK|18|Guimarães} e subiram a parada no contributo respeitante aos golos anotados. Contas feitas e entre golos e assistências - sem contar as que efetuaram entre ambos -, os dois são responsáveis por 23 tiros certeiros e ainda quatro passes para colegas fora desta equação. {IMGHALF|ESQ|1443251|} Pois bem, nada mais, nada menos do que 27 contribuições diretas para que a bola termine no fundo da baliza adversária, o que perfaz mais de metade da produção ofensiva dos bracarenses, 56,2 por cento, se quisermos ser mais precisos. Descompactando os números, estes subdividem-se em 12 finalizações certeiras do internacional pela equipa das Quinas e outras 11 do jogador da celeste. Em passes decisivos, a similitude de números é complementada pelas ofertas entre os atletas: dois de Horta para Zalazar e outros tantos para os restantes colegas. Já o sul-americano soma o mesmo número de entregas expresso para outras unidades, somando uma solicitação de excelência para a mítica figura do universo arsenalista. Capitão igual a si mesmo, Zalazar melhor do que nunca Números que atestam a naturalidade com que constam entre os maiores homens-golo do SC Braga. O ex-Schalke 04 é quem lidera a lista geral de melhores marcadores da equipa - 18 tentos no total -, contabilizando já e com alguma folga uma marca superior aos dois últimas épocas no clube minhoto - total de 16 golos. {IMGHALF|DIR|1443248|} Já Ricardo Horta começa a ver no horizonte as melhores campanhas com a camisola arsenalista vestida: está a um golo dos 17 que perfazem a terceira temporada mais concretizadora no clube e na carreira. Mais longe, mas ainda possíveis de alcançar estão também os 23 e 24 tentos apontados em 2021/22 e 2019/20. Voltando à presente campanha, Pau Víctor e Fran Navarro surgem também eles com dois dígitos, ainda que a alguma distância- 11 e dez golos cada. Um cenário de menor eficácia que, longe de ser preocupante, sugere a complementaridade dos elementos mais adiantados da turma da Cidade dos Arcebispos. {EPOCA|ESQ|JOG|689707|0|155|0|0|0} Mesmo assim e em resposta ao zerozero na conferência de imprensa pós-jogo, Carlos Vicens enalteceu o «acerto» que acabou por fazer a diferença e que não se verificou de forma tão contundente no duelo da primeira volta e na final da Taça da Liga, duelos em que os arsenalistas acabaram por não triunfar. «[A diferença deveu-se ao] Nível de acerto nas oportunidades de golo, porque voltámos a criar mais que o rival. No jogo da 1.ª volta do campeonato tivemos um penálti contra que o Hornicek defendeu, mas acho que estivemos por cima. Fiquei com a sensação de que no último jogo merecíamos mais e hoje, em que não conseguimos ter tanto controlo, acabámos por vencer. A chave foi o nível de acerto», considerou. Palavras de bonificação para um plantel que não conta com o tradicional artilheiro, mas um conjunto de jogadores capazes de fazer a diferença no último terço.
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